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"Em qualquer união com um irmão na qual busques nele a tua culpa (...) ou perceber a sua, tu te sentirás culpado." - UCEM

O "jogo de culpa" que fazemos uns com os outros nos deixa exaustos e sem forças. Quando culpamos alguém pelas nossas mazelas, podemos nos sentir um pouquinho mais leves a princípio, mas logo a seguir nos sentimos ainda mais esmagados pela culpa, porque, além da culpa original, acrescentamos mais uma - a culpa de estarmos procurando um bode expiatório "lá fora", quando no fundo sabemos que o grande culpado está do lado de dentro. O mais triste disso tudo é que não existe culpa nem culpados. Somos todos inocentes! Apenas não nos lembramos disso ainda.

Quando a dor desse jogo insano for grande demais, seremos forçados a parar e olhar para dentro, deixando de nos esconder por trás de máscaras sem sentido, que não encobrem nada do que pensamos estar encoberto. Esse jogo é evidente para todos ao nosso redor, porque todos "adoram" brincar da mesma coisa... "Paz a tal tolice!" Está na hora de nos recusarmos a participar das dolorosas brincadeiras do ego. O ego é apenas um pensamento equivocado em nossa mente e só terá esperanças de sobreviver enquanto nos conformarmos em viver de acordo com seus ditames.

* Texto - Eliane Ucem

"Em qualquer união com um irmão na qual busques colocar nele a tua culpa, ou compartilhá-la com ele, ou perceber a sua, tu te sentirás culpado. E nem encontrarás satisfação e paz com ele, porque a tua união com ele não é real. Verás culpa nesse relacionamento porque lá a terás colocado. É inevitável que aqueles que sofrem de culpa tentem deslocá-la porque acreditam nela. Apesar disso, embora sofram, não olharão para dentro e não permitirão que ela se vá. Eles não podem ter o conhecimento de que amam e não podem compreender o que é o amor. Sua preocupação principal é perceber a fonte da culpa fora de si mesmos, além do seu próprio controle.

Quando afirmas que és culpado, mas que a fonte da tua culpa está no passado, não estás olhando para dentro. O Passado não está em ti. As tuas estranhas associações com ele não têm significado no presente. No entanto, deixas que elas se interponham entre tu e os teus irmãos, com quem não encontras quaisquer relacionamentos reais. Podes esperar usar os teus irmãos como um meio de “resolver” o passado e ainda assim vê-los como eles realmente são? A salvação não é achada por aqueles que usam os seus irmãos para resolver problemas que não existem. Tu não quiseste a salvação no passado. Irias impor os teus desejos vãos ao presente e esperar achar a salvação agora?

Determina-te, então, a não ser como foste. Não uses nenhum relacionamento para prender-te ao passado, mas com cada um deles, nasce de novo a cada dia." (UCEM-T-13.x.3; 4; 5:1-2)

Produzido por: Optimus Digital
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